Estou me sentindo muito mal.
Sentimentos bons q me doem como uma faca no peito.
Gostaria muito de poder não ter sentimentos, de nao sentir,
sem ter a idéia do sabor de ter provado um dia o amor.
Amor, sim esse sentimento que muito dizem ser bom,
Sentimento q outros dizem nunca ter sentido.
É esse maldito sentir q me faz perder o sono, a paz,
me faz está aqui chorando sem derramar uma lágrima.
Um sentimento de desesperança envolve essa atmosfera fria e vazia.
A sensação de ter me doado,
negado a mim em prol de algo que só existia em mim.
Sentimento de perda de algo que nunca tive.
Perder algo que não é seu,
algo que deveria ou ao menos achava q merecia ser seu, doe.
E oq mais machuca é a nítida visão de que esse algo
nunca foi e nem poderá voltar a ser... "minha".
sábado, 20 de junho de 2009
Minha
"Será Demais?"
Simplesmente, não sei mesmo
Eu já disse tanto e tantas vezes
a mesma coisa,
usando todas as combinações possiveis de diferentes palavras possiveis
Talvez seja essa razão da sua dificil compreensão.
Vai ver que não queira enteder,
Ou até entenda e não queira admitir...
Meus ossos estão rangendo ainda mais ... mais e mais.
Minha respiração está ficando lenta.
Minha vista cansada e daqui há uns dias sei que vou cegar!"
by Sara Juice Fruit
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Vaticano exige que bispo se retrate sobre negação do Holocausto
Cidade do Vaticano, 4 fev (EFE).- O Vaticano exigiu hoje que o bispo Richard Williamson se retrate de maneira "inequívoca e pública" de sua negação do Holocausto para poder exercer como prelado da Igreja Católica.
Além disso, pediu a Williamson e aos outros três bispos que recentemente o papa suspendeu a excomunhão que aceitem o Concílio Vaticano II, e sublinhou que Bento XVI desconhecia a posição negacionista do prelado britânico.
Uma semana depois de o papa reiterar sua condenação ao Holocausto e aos que o negam, o que foi considerado insuficiente por destacados rabinos judeus e políticos europeus, o Vaticano divulgou hoje um comunicado com o objetivo de encerrar o caso da suspensão da excomunhão de quatro bispos tradicionalistas.
Williamson, de 68 anos, negou o Holocausto e a existência das câmaras de gás e, após os protestos, se limitou a pedir desculpas ao pontífice.
Hoje, a Secretaria de Estado exigiu a Williamson que se retrate "publicamente" de suas posições sobre a Shoah se quiser exercer como prelado dentro da Igreja Católica.
"A postura de Williamson sobre o Holocausto é absolutamente inaceitável, e firmemente rejeitada pelo papa. O bispo, para ser admitido nas funções episcopais na Igreja, terá de se retratar de maneira absolutamente inequívoca e pública", precisou a nota.
O Vaticano ressaltou que quando reabilitou o prelado britânico conhecido por suas posições anti-semitas, Bento XVI "não conhecia" sua posição sobre o Holocausto.
Sobre o processo da reabilitação dos quatro prelados e a situação atual da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X, fundada pelo arcebispo tradicionalista Marcel Lefebvre, o Vaticano ressaltou que a revogação da excomunhão representa apenas a "abertura de uma porta para o diálogo".
Os quatro bispos foram excomungados depois de ser ordenados de maneira ilegítima em 1988 por Lefebvre, que nunca reconheceu o Concílio Vaticano II, o que provocou um cisma na Igreja Católica Apostólica Romana.
A suspensão da excomunhão destes prelados, acrescentou o Vaticano, "não significa" que a situação jurídica da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X tenha mudado.
"Os quatro bispos não têm uma função canônica e não exercem legitimamente pelo Ministério. Isso significa que eles não podem celebrar missas, administrar os sacramentos ou predicar", disse o Vaticano.
"Para um futuro reconhecimento da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X é condição indispensável a plena aceitação do Concílio Vaticano II e dos magistérios dos papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI", segundo exigiu o Vaticano.
Com estas exigências, a Secretaria de Estado vaticana quer transmitir "tranquilidade" aos setores da Igreja que temiam que a decisão de Bento XVI representasse "um passo atrás", segundo assinalaram à Agência Efe fontes eclesiais.
Os tradicionalistas continuam sem aceitar o Concílio Vaticano II desde o cisma de 1988, e qualificam de "destrutivas" as reformas surgidas dele.
Durante estes 21 anos, tanto João Paulo II como Bento XVI tentaram se aproximar dos tradicionalistas para que retornassem à obediência oficial da Igreja.
No entanto, os tradicionalistas mantêm suas "reservas" sobre o Vaticano II, apesar de agradecerem por algumas iniciativas do papa, como voltar a celebrar a missa em latim.
Da EFE
Juan Lara.
Fonte: EFE
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL986789-5602,00-VATICANO+EXIGE+QUE+BISPO+SE+RETRATE+SOBRE+NEGACAO+DO+HOLOCAUSTO.html
- * Engraçado q esse mesmo PAPA BENTO VI, já fez várias gafes desde o inicio de seu "papado".
- * Já fez entriga com os Arabes a mêses atras, e conseguiu a ira de vários radicais islãmicos. Agora, ele retrata um Cardeal Anti-semita.
- * E sempre volta atras, dizendo q não sabia de nada ou que não era essa sua intenção... COmeço a acreditar q esse maldito papa Bento VI está tendo aulinha com o LULA (como fazer merda e passar despercebido - inocente).
- * Saudades do velho e justo homem q era o Papa JOÃO PAULO II.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Chuva
Hoje acordei e a primeira coisa q vi foi sangue. Pedi aos céus para q não fosse nada grave. Agora está tudo bem. Foi apenas um corte (profundo) no dedo de minha madre.Passado o susto... fui no Mercado comprar alguma coisa pra nós dois comer.
Quando estava voltando, começa uma chuva forte do nada. E eu permaneci como se nada tivesse mudado -
continuei caminhando normalmente- as pessoas olhando pra mim, ali levando aquela chuva.... foi tão bom... por alguns segundos senti uma coisa q não sentia a meses: paz.
Bom, preparei a carne, minha mãe está deitada no sofá... Agora estou sentado em frente ao PC, sem ter com quem falar... e estou ouvindo Ana Carolina, pensando em minha vida (sei q isso nao é novidade nenhuma) e... e... só.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Obama suspende julgamentos e prepara fim de Guantánamo
WASHINGTON - A administração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, preparou um projeto para o fechamento da prisão da base naval da Baía de Guantánamo (Cuba) em doze meses. Mais cedo, Obama deu ordens para a suspensão de julgamentos de seis acusados de terrorismo na prisão da base, uma das primeiras medidas do seu governo. O rascunho da ordem, o qual foi obtido pela Associated Press, deverá declarar o fechamento da prisão em doze meses, mas ainda não está claro quando Obama assinará a ordem. Atualmente, a prisão tem 245 detentos.
Fechar a prisão da base em Cuba "fortalecerá a segurança nacional e os interesses da política externa dos Estados Unidos e da Justiça", diz o texto preparado para assinatura do presidente. Alguns dos detentos em Guantánamo serão libertados e outros serão retirados da base em Cuba e levados para outros lugares para serem julgados sob acusações que ainda serão feitas.
O Pentágono informou nesta quarta-feira que conduzirá uma revisão abrangente dos procedimentos e políticas de detenção dos prisioneiros mantidos na Baía de Guantánamo. Sob ordens de Obama, o secretário de Defesa, Robert Gates, ordenou aos promotores militares que busquem uma suspensão de 120 dias nos julgamentos em Guantánamo, enquanto o departamento conduz sua revisão, disse um porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman.
Um juiz militar em Guantánamo suspendeu o julgamento de cinco acusados de participarem dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 contra os EUA. Mais cedo, outro juiz suspendeu o julgamento de um canadense acusado de matar um soldado norte-americano em 2002.
O porta-voz disse que o departamento espera que a Casa Branca forneça em breve "mais orientação para uma revisão mais ampla e abrangente das políticas e procedimentos relacionados às atividades de detenção em Guantánamo".
Mais cedo nesta quarta-feira, um juiz militar concordou com o pedido do presidente Obama para suspender o julgamento por crimes de guerra do canadense Omar Khadr. Foi a primeira de uma série de suspensões buscadas pela administração Obama, em sua revisão dos métodos legais utilizados para se processar suspeitos de terrorismo.
A ordem por escrito foi divulgada nesta quarta, em relação ao caso de Khadr. Ele é acusado de matar um soldado norte-americano com uma granada no Afeganistão, em 2002. O coronel do Exército dos EUA Patrick Parrish, o juiz do caso, firmou uma ordem escrita garantindo uma suspensão de 120 dias no caso.
Decisão elogiada
O comissário de Justiça da União Europeia (UE), Jacques Barrot, elogiou o fato de Obama suspender os julgamentos militares na base da Baía de Guantánamo. "Eu estou feliz com o fato de que um dos primeiros atos do presidente Obama tenha sido virar a página neste triste episódio da prisão de Guantánamo", disse Barrot em comunicado. "Para mim é um símbolo muito forte. Em um Estado legítimo todos devem ter o direito à defesa."
Obama ordenou aos promotores que busquem a suspensão dos julgamentos militares na cadeia, localizada em território cubano. O novo presidente já disse que pretende fechar a prisão, considerada um símbolo dos excessos dos EUA pelo mundo.
O comissário da UE apontou que agora os prisioneiros de Guantánamo devem ter direito a todos os procedimentos legais, para que se saiba a verdade sobre suas ações. Para Barrot, lutar contra o terrorismo "deve ser uma prioridade para os Estados Unidos e Europa, mas com total respeito aos direitos humanos."
Estabelecida no início de 2002, pouco depois da invasão liderada pelos EUA no Afeganistão, a prisão de Guantánamo foi projetada para manter suspeitos por terrorismo. O grupo de direitos humanos Anistia Internacional também elogiou o ato nesta quarta-feira, mas enfatizou que é importante que esses julgamentos sejam abandonados em seguida.
A Anistia Internacional sustenta que todas as acusações contra detentos devem ser retiradas e aqueles mantidos na prisão em Cuba devem ser julgados de acordo com o sistema judicial norte-americano. Os tribunais especiais militares foram estabelecidos em 2006, pela administração do presidente George W. Bush. A intenção era julgar supostos militantes islâmicos de acordo com regras distintas das aplicadas nas cortes regulares ou militares.
Fonte: http://www.estadao.com.br/internacional/not_int310744,0.htm
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009, 15:56
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Me conheça nos vídeos...
Eu apresentando meu quarto:
http://www.youtube.com/watch?v=tpf_3CAikt4
Vida de bêbado:
http://www.youtube.com/watch?v=cCoc_UF8aNA
Eu viciado em OvO:
http://www.youtube.com/watch?v=WhEZBvmacFo
Eu na LanLink:
http://www.youtube.com/watch?v=-8kt-F1Obe4
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Eu baby... =D